quinta-feira, 6 de julho de 2017

Motorista flagra duas onças pintadas na rodovia BR-262



Vídeo circula por meio de mensagem do aplicativo do WhatsApp



Um vídeo que circula por meio de mensagem do aplicativo WhatsApp tem chamado a atenção de quem mora em Aquidauana e região. As imagens registram duas onças pitadas atravessando tranquilamente a rodovia BR-262.
De acordo com a voz que aparece na gravação, o veículo seguia para um leilão na fazenda Novo Horizonte. De acordo com as informações que circularam pela internet durante o fim de semana, o flagrante foi feito no trecho entre Miranda e Corumbá.
O carro se aproxima das onças quando elas já estão no acostamento de um dos lados da pista, instantes depois elas desaparecem em meio à vegetação. 
https://www.youtube.com/watch?v=lYxNesQKVcA&feature=youtu.be
Postado por: Giovana M. de Araújo

sábado, 1 de outubro de 2016

Governo estuda acordo com ONGs para preservação da onça pintada


Pesquisas

Quase extinto na Mata Atlântica, animal poderá ser reintroduzido na natureza em áreas de conservação em território argentino
por Portal Brasil
O Ministério do Meio Ambiente autorizou, nesta quarta-feira (22), a realização de estudos para a preservação da onça pintada. O acordo, que envolve a organização não governamental Criadouro Onça Pintada e o The Conservation Land Trust  (CLT) da Argentina, depende da autorização do Ibama e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio).
Quase extinto na Mata Atlântica, o animal poderá ser reintroduzido na natureza em áreas de conservação em território argentino. A região, na província de Corrientes, já foi habitat da onça pintada, que se extinguiu naquela localidade há mais de 50 anos.
A CLT está com o projeto pronto para a reprodução em cativeiro em área especialmente preparada para a reprodução. Os filhotes, que serão criados sem contato com o ser humano, seriam reintroduzidos em território com mais de 700 mil hectares, capaz de abrigar até 100 espécimes.
De acordo com Thiago de Freitas Netto, dirigente do Criadouro Onça Pintada, na Mata Atlântica a quase extinção do porco queixada e do caitutu, em razão da caça, reduziu drasticamente a população da onça no Brasil. “Queremos levar a onça para repovoar uma área onde há alimentos”. A 25 quilômetros de Curitiba, no Paraná, ele começou um projeto de criação em cativeiro do felino e outras 160 espécies da lista em extinção.
O projeto se transformou em uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) e hoje conta com 160 animais em cativeiro, alguns nascidos no local e outros autorizados pelo Ibama, após apreensões e verificação da impossibilidade de retorno à natureza.
A organização pleiteia, junto ao Ibama, a soltura de 30 queixadas, espécie porco do mato, que era uma das presas da onça pintada. A ideia é repovoar uma área de Reserva Particular do Patrimônio próxima à Unidade de Conservação de Lindeira, no Paraná.
Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Meio Ambiente

Postado por Carlos PAIM

sábado, 14 de maio de 2016

Portaria cria comitê para monitorar biomas

Iniciativa define estrutura para atuar junto ao programa nacional que avaliará cobertura vegetal e desmatamento no país.

Está em vigor a Portaria nº 151/2016, que institui o Conselho Consultivo do Programa Nacional de Monitoramento da Cobertura e Uso das Terras dos Biomas Brasileiros e, ainda, nomeia os membros para compor a Coordenação Geral, o Comitê de Coordenação Técnica e o Conselho Consultivo desse programa destinado a monitorar os biomas brasileiros. O Programa tem por objetivo mapear e monitorar o desmatamento, avaliar a cobertura vegetal e o uso e cobertura da terra e sua dinâmica, as queimadas, a extração seletiva de madeira e a recuperação da vegetação.

Em uma esfera mais ampla, essas informações servirão para subsidiar as tomadas de decisão em ações voltadas à promoção da conservação da biodiversidade brasileira. Também para propiciar uma visão estratégica da gestão territorial que conjugue os diversos interesses sobre o uso da terra e ainda permita o desenvolvimento do país em bases sustentáveis.

OBJETIVOS

Para o diretor do Departamento de Ecossistemas do Ministério do Meio Ambiente, Carlos Alberto Scaramuzza, "a formalização do Comitê de Coordenação Técnica e do Conselho Consultivo é um passo importante para materializar os ambiciosos objetivos do Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros, lançada em 5 de maio”.

As instâncias de Coordenação do Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros foram criadas pela Portaria MMA nº 365/2015, a ser exercida pela Secretaria-Executiva do MMA. Essa mesma portaria criou, também, a instância de coordenação técnica e científica do Programa, denominada Comitê de Coordenação Técnica, a ser exercida pela Secretaria de Biodiversidade e Florestas e pela Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA.

MMA

Postado por: Ygor I. Mendes

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Onça sem mata, mata sem onça
Planeta Ciência

http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/planeta-ciencia/pagina/onca-sem-mata-mata-sem-onca/








Postado por Ygor I. Mendes

quarta-feira, 23 de março de 2016

Guia de turismo filma onça atacando jacaré em rio no Pantanal; veja vídeo

Ataque do felino foi registrado em Poconé, no pantanal mato-grossense.
Segundo biólogo, jacaré é a principal presa de onças-pintadas na região.



http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2016/03/guia-de-turismo-filma-onca-atacando-jacare-no-pantanal-em-mt-veja-video.html

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Onça pintada 'Felipe' viaja 3 mil km de volta para 'casa'

Em Sorocaba (SP)
  • Divulgação/ONG Associação Mata Ciliar
    Depois de tratamento no interior paulista, onça voltará à Amazônia Depois de tratamento no interior paulista, onça voltará à Amazônia
A onça pintada Felipe, que vivia presa a uma coleira e era tratada como animal doméstico em um garimpo, está pronta para iniciar uma longa viagem de volta à natureza. Depois de mais de quatro meses de tratamento na Associação Mata Ciliar, em Jundiaí (58 km a noroeste de São Paulo), o felino embarca nesta quarta-feira (25) em um avião que a levará para 'casa', a 3 mil quilômetros.
A onça, um macho de um ano e meio, pesando cerca de 60 quilos, será solta em uma região próxima àquela em que viveu a infância, na floresta amazônica, no Estado do Pará, até ser aprisionada por garimpeiros.
De acordo com a veterinária Cristina Harumi Adania, coordenadora da fauna da associação, 'Felipe' foi mantido isolado em um recinto amplo para recuperar a condição de animal selvagem. "Nós o incentivamos a caçar, condição essencial para que possa viver livre", disse.
Os contatos com tratadores e veterinários foram reduzidos ao estritamente necessário para que o felino voltasse a ver o homem como inimigo natural. "Ele está preparado fisicamente e em termos de comportamento", disse a veterinária.
Quando a onça foi trazida do garimpo por fiscais do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), ela dava como incerta a volta do animal à natureza. "Ele mais parecia um mascote que um animal selvagem." Recuperado, 'Felipe' terá de ser sedado para enfrentar a viagem. Ele receberá um colar para ser monitorado na mata, via satélite.
O voo segue do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), até Cuiabá (MT), de onde a viagem será completada em um percurso de dez horas por terra. Técnicos do Ibama acompanham o transporte, feito em recinto especial.
Durante dois dias, 'Felipe' permanece em observação numa reserva do Ibama para que se acostume à floresta. Em seguida, a onça será levada num helicóptero da Força Aérea Brasileira para o local onde passará a viver. O ponto exato, uma área completamente desabitada, não será divulgado para a segurança de 'Felipe'.

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Brasil luta para evitar extinção da onça-pintada

Ações do governo e de entidades de preservação buscam retirar o maior felino das Américas da lista das 627 espécies da fauna ameaçadas de extinção. Conscientização ambiental é um desafio para o trabalho
11 MAI201314h07
atualizado às 15h25
Na lista dos animais ameaçados de extinção, divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente, a onça-pintada se transformou em símbolo de ações de preservação. Considerado o maior felino do continente americano, a espécie se concentra principalmente no Brasil. O país busca trabalhar num programa internacional de conservação da espécie que abrange todos os países onde ela ocorre.


Espécie pode ser extinta em algumas regiões da Mata Atlântica em 80 anos Foto: Getty ImagesEspécie pode ser extinta em algumas regiões da Mata Atlântica em 80 anos Foto: Getty Images
Espécie pode ser extinta em algumas regiões da Mata Atlântica em 80 anos
Foto: Getty Images
A intenção é elaborar uma estratégia de ação em conjunto com pesquisadores para envolver toda a sociedade num programa de proteção da espécie. Não é possível estimar a quantidade de indivíduos de onça-pintada no país, segundo o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap). O tamanho da Amazônia e da população do Pantanal dificultam o trabalho. Na Mata Atlântica e na Caatinga, a espécie está criticamente ameaçada. Há uma população muito pequena do animal e a necessidade de ações urgentes para conservação.
Se não forem tomadas medidas imediatas, em 80 anos, a espécie deve estar extinta em algumas regiões da Mata Atlântica, alerta o chefe do Cenap, Ronaldo Morato. Para evitar que isso ocorra, há diferentes ações e grupos voltados à preservação da onça-pintada no Brasil. A identificação de áreas prioritárias para conservação do animal é uma das ações iniciais. O Plano de Ação Nacional para a Conservação da Onça-Pintada inclui 25 áreas de conservação. Apesar do trabalho, "a espécie continua na categoria ameaçada de extinção. Ainda não conseguimos modificar esse status", lamenta Morato. Proteger a espécie e diminuir os impactos sobre ela é um dos objetivos do Cenap, órgão vinculado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Segundo especialistas, um dos principais desafios da preservação da espécie é a perda de território e o comprometimento do habitat natural da onça-pintada, já que muitas das áreas foram afetadas pelo desmatamento. A transformação do ambiente natural da espécie em atividades agropecuárias ou pastagens nativas é crítica para o animal.
A caça predatória também se configura como um desafio a ser superado. Fatores econômicos e culturais envolvem a perseguição à onça-pintada, já que, entre os peões, a caça ao animal é vista como um ato de bravura. A educação ambiental sobre a importância da espécie torna-se um aliado do trabalho de preservação. A intenção é atingir as comunidades próximas de onde o animal ocorre. Em locais onde há criação de gado, o animal entra em conflito com produtores rurais.
"A onça acaba matando o gado para se alimentar. Muitas vezes esse conflito termina na morte do animal", alerta. A falta de informação torna a relação com o animal conflituosa, daí a necessidade de um trabalho ambiental que mostre a importância de mantê-lo: "É um animal que ao mesmo tempo é adorado como um deus e odiado como um diabo. As pessoas têm medo, acham que ele pode atacar." Um trabalho muito forte nesse sentido é feito pela ONG Escola da Amazônia, que trabalha para promover a relação entre homem e onças.
Equilíbrio dos ecossistemas
Os grandes predadores, no caso dos felinos, desempenham um papel ecológico considerado fundamental no equilíbrio dos ecossistemas. Eles são os chamados "topo de cadeia alimentar", agem como "reguladores". Esses animais atuam na regulação do tamanho populacional de outras espécies. Por isso, a ameaça de extinção da onça-pintada pode contribuir para um crescimento desenfreado da população de outros animais, como veados e porcos-do-mato por exemplo.
Em algumas regiões, são observados casos típicos de explosões da população de capivara e de doenças relacionadas a esse aumento populacional, como febre maculosa, que pode afetar humanos.
Uma alternativa de quem pesquisa o tema é usar a onça como atrativo para turistas, a exemplo do que fazem países na África, onde esta é a principal fonte de renda para diferentes comunidades. "Pregamos que o animal vale mais vivo do que morto", define Ronaldo. Para ele, o turismo de avistamento de animais pode ser implementado no país. No Pantanal, há um projeto piloto de transformação de uma propriedade em ponto de referência para turismo de avistamento de animais. A ideia é expandir para todo o Pantanal e mostrar para os proprietários da região que se pode ter retorno econômico com a presença da onça.
Sobre o animal
A onça-pintada é considerada um símbolo da biodiversidade brasileira. O mamífero exerce fascínio sobre a população desde os tempos pré-colombianos. A cultura dos povos ancestrais esteve vinculada ao animal. Os grande felinos são símbolos onde eles ocorrem. "Os tigres na Índia e na China; os leões na África; os leopardos na África e na Ásia; A onça-pintada, em toda a extensão onde ela ocorre. São animais esteticamente muito bonitos, símbolos de força e beleza", explica Morato.
A onça é o maior carnívoro da América do Sul. Pode medir mais de dois metros e pesar quase 160 quilos. No Brasil, é encontrada principalmente na Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal. Além do Brasil, também está presente em praticamente toda a América do Sul, do norte da Argentina ao sul dos Estados Unidos. Em cada uma das áreas, o animal está ameaçado em algum grau de intensidade. O predador está no topo da cadeia alimentar e é exclusivamente carnívoro. É responsável por importante função ecológica, por regular espécies presas, como capivaras e jacarés. A onça é uma das 627 espécies da fauna ameaçada de extinção, segundo oLivro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção
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Brasil luta para evitar extinção da onça-pintada - Terra Brasil

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11 de mai de 2013 - Ações do governo e de entidades de preservação buscam retirar o maior ... Não é possível estimar a quantidade de indivíduos de onça-pintada no ... Se não forem tomadas medidas imediatas, em 80 anos, a espécie deve  ..